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A Rolinha é uma ave da família Columbidae. Ocorre nas Guianas, Brasil, Bolivia, Paraguai e Argentina
  • Nome popular: Rolinha
  • Nome inglês: Ruddy Ground-Dove
  • Nome científico: Columbina talpacoti
  • Família: Columbidae
  • Habitat: Ocorre em todo o Brasil, porém raramente vista em áreas densamente florestadas da Amazônia
  • Alimentação: Alimenta-se de grãos encontrados no chão. Costuma frequentar comedouros com sementes e quirera de milho.
  • Reprodução: O casal mantém um território de ninho, afastando as outras rolinhas de perto. O macho possui um canto monótono, de dois chamados graves e rápidos, repetidos continuamente por vários segundos. Os ninhos são pequenas tigelas de ramos e gravetos, feitos entre cipós ou galhos, bem fechados pelas ramadas do entorno. Postura de 2 ovos, chocados pelo macho e fêmea entre 11 e 13 dias. Os filhotes saem do ninho com no máximo 2 semanas de vida. O casal, às vezes dois dias depois, já inicia nova ninhada, quando as condições ambientais permitem. Se tiver alimento em abundância pode reproduzir o ano inteiro.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Foto – Afonso de Bragança
Rolinha
Foto – Afonso de Bragança
Rolinha

Características:

Medem 17 centímetros de comprimento e pesam 47 gramas. O macho, com penas marrom avermelhada, cor dominante no corpo do adulto, em contraste com a cabeça, cinza azulada. A fêmea é toda parda. Nos dois sexos, sobre a asa uma série de pontos negros nas penas. Filhote sai com traços da plumagem de cada sexo.

Comentários:

Uma das primeiras espécies brasileiras a se adaptar ao meio urbano, ainda é a espécie nativa mais comum em boa parte das grandes cidades brasileiras. É curioso notar que costuma ser encontrada em maior quantidade em locais alterados pelo homem do que em seu próprio habitat original que são as áreas de cerrados e campos. Adapta-se aos ambientes artificiais criados pela ação humana. Vive em áreas abertas; o desmatamento facilitou sua expansão, em especial nas áreas formadas para pasto ou agricultura de grãos. Entrou nas grandes cidades das regiões sudeste e centro-oeste do Brasil; facilmente encontrada no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. Muito agressivas entre si, embora possam formar grupos, disputam alimentos e defendem territórios usando uma das asas para dar forte pancadas no oponente. Os machos são mais belicosos. Nas disputas ou quando tomam sol, deitadas de lado no chão e com a asa esticada para cima, mostram a grande área de penas negras sob a asa. Observadores de pássaros do centro-sul de nosso país vêm observando uma "substituição" desta espécie por outra pombinha, a Zenaida auriculata, também conhecida como pomba-de-bando, amargosinha ou avoante. Esta última espécie vem conquistando o ambiente urbano cada vez mais efetivamente e está aparentemente competindo com a rolinha-roxa, que já é menos frequente que a pomba-de-bando na maioria das cidades do interior de São Paulo. Seja como for, esta espécie simpática e até mesmo ingênua está longe de desaparecer dos quintais de nossas casas e das praças e jardins de nossas cidades, mesmo que estes estejam em grandes prédios
Foto – Afonso de Bragança
Rolinha
Foto – Afonso de Bragança
Rolinha
Referências Bibliográficas: Wikipedia
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