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O periquito-verde Brotogeris tirica é uma ave da família Psittacidae. Também conhecido como periquito, periquito-verdadeiro, periquito-rico. Mede cerca de 21 cm, a coloração básica da plumagem é verde, as partes inferiores e laterais da cabeça, peito e a barriga são de um verde com tons amarelados.

Foto – Afonso de Bragança
Periquito-verde

  • Nome popular: Periquito-verde
  • Nome inglês: Plain Parakeet
  • Nome científico: Brotogeris tirica
  • Família: Psittacidae
  • Habitat: Ocorrem no Brasil Oriental, de Alagoas e da Bahia ao Rio Grande do Sul. É uma ave típica da Mata Atlântica.
  • Alimentação: Alimentam-se basicamente de frutas, coquinhos de todos os tipos e também do fruto da paineira, que perfuram e roubam as sementes nos meses de junho a agosto . Também não desprezam as flores adocicadas do suinã, flores, néctar, jerivá, mangueiras, jabuticabeiras, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros, e provavelmente insetos e suas larvas. São freqüentadores dos comedouros e jardins com frutos disponíveis nas cidades.
  • Reprodução: Constroem ninhos em cavidades de árvores ou nas bainhas foliares de palmeiras, junto ao tronco. Põem em média 4 ovos brancos e a incubação dura cerca de 26 dias. Nos ninhos quando ouvem um ruído estranho põem meio corpo para fora, inspecionando os arredores e, se assustados, saem um depois do outro, sem emitir o menor som. Os bandos que costumam se encontrar durante o período de reprodução e sempre se compõe de indivíduos imaturos. A expectativa de vida é de em média 20 anos e a maturidade sexual ocorre entre 1 e 2 anos. Deixam o ninho cinco semanas após o nascimento os filhotes.
  • Estado de conservação: Pouco preocupante
Foto – Afonso de Bragança
Periquito-verde

Características:

A coloração básica é verde. As partes inferiores e laterais da cabeça, peito e abdômen são de um verde com tons amarelados. A parte traseira da cabeça, a nuca, é de um verde levemente azulado. A base das asas é de um marrom oliváceo. A cobertura de pluma da base das asas é de um marrom oliváceo e as penas exteriores são de um azul-violeta. O bico é amarronzado, mais claro no topo. As narinas ficam na base do bico. O anel perioftálmico é de um cinza pálido. A íris é de um marrom-escuro, com a pupila de cor negra. Os pés são de cor semelhante à do bico, porém mais escura. A cauda é longa, com penas de coloração verde-azuladas. Os exemplares imaturos são semelhantes aos adultos, mas com quase toda plumagem primária esverdeada, cauda curta e bico mais escuro.

Foto – Afonso de Bragança
Periquito-verde

Comentários:

É comum observá-los em florestas, áreas abertas, parques e jardins. Imitam com perfeição a vocalização de outros pássaros. São vistas freqüentemente em bandos, costuma acordar bem cedo fazendo muito barulho, o que torna ainda mais fácil o seu reconhecimento. Os sexos são semelhantes, porém o macho costuma ser mais robusto, principalmente no bico, e com a cabeça mais quadrada, diferenças mais notadas em um casal adulto que esteja lado a lado. Os machos geralmente são mais faladores e com mais capacidade de imitar qualquer tipo de som. Costuma procurar seu alimento nas copas das árvores mais altas. Utiliza o bico como um terceiro pé: usa as patas para segurar a comida, levando-a a boca. Desloca-se velozmente, às vezes intercala entre séries de rápidas batidas um vôo de asas fechadas. A melhor defesa que tem é ficar imóvel e calado, imobiliza-se, fixando os olhos no perigo que supõe existir, confunde-se com o meio ambiente de tal maneira que parece “ter desaparecido”. Os periquitos ameaçados por algum perigo ficam às vezes pendurados em um galho, de ponta-cabeça, cessada a ameaça saem em gritos. Os movimentos lentos que assumem ao se locomover ou comer parecem ser prudentes e calculados servindo também para se ocultarem ainda melhor

Foto – Afonso de Bragança
Periquito-verde

Referências bibliográficas:

- FRISCH, Johan Dalgas; FRISCH, Chistian Dalgas. Aves Brasileiras e Plantas que as Atraem 3ª edição. Ed. Dalgas Ecoltec - Ecologia Técnica Ltda.

- SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1997.

- Sigrist, Tomas Sigrist; Guia de Campo Avifauna Brasileira 1ª edição 2009 Avis Brasilis Editora.

- Wikiaves

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